Por que a Agenda ESG existe
O mercado brasileiro de capital cresceu, os fundos de investimento passaram a perguntar sobre emissões e diversidade, e de repente todo mundo virou especialista em ESG. Só que especialista de palco e especialista de prática são coisas bem diferentes. A Agenda ESG nasceu para preencher esse vazio: um espaço onde critérios ambientais, sociais e de governança são tratados com a seriedade que merecem, mas sem o tom engessado dos comunicados corporativos.
Aqui você encontra análise de relatórios que acabaram de sair, leitura crítica de decisões de conselho e contexto sobre o que está em discussão na CVM, na B3 e nos comitês de sustentabilidade das maiores empresas listadas. Não somos consultoria nem assessoria de imprensa — somos um veículo editorial com opinião formada, baseada em dados públicos, entrevistas e anos acompanhando o tema no Brasil.
Nossa aposta é simples: executivos, investidores e profissionais de sustentabilidade precisam de um lugar para ler o que importa, entender o porquê e decidir se concordam ou não. ESG não é religião nem modismo — é critério de gestão. Quando uma mineradora anuncia meta de neutralidade de carbono, queremos saber como vai pagar a conta. Quando um banco publica política de diversidade, queremos ver se isso chega à promoção de gerentes. Quando um varejista divulga compromisso com fornecedores, queremos rastrear se o contrato mudou.
Se você trabalha com RI, compliance, ESG ou simplesmente acompanha o mercado e cansou de conteúdo genérico traduzido do inglês, este portal é para você. A conversa é em português, com exemplos brasileiros e um tom que respeita sua inteligência. Sem jargão desnecessário, sem alarmismo vazio — só o que ajuda a tomar decisão com mais informação.
Nesta edição de 12 de junho de 2026, olhamos de perto a corrida por contratos de energia renovável, o debate sobre diversidade em conselhos e a qualidade dos relatórios integrados que acabaram de sair. São temas que parecem distintos, mas convergem para a mesma pergunta: a empresa está governando riscos reais ou administrando narrativa? No ambiente, o foco é a transição energética e o mercado livre. No social, a composição do board e as cadeias de suprimento. Na governança, disclosure e due diligence em fusões.
Convidamos você a ler, discordar e responder. ESG maduro não é consenso bonito — é debate com dado, com contexto e com responsabilidade sobre o que publicamos.
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